P.I.: As três coisas fazem muita falta, mas acredito que o que mais faz falta são os campeonatos, se tivessem campeonatos estimulava mais a galera a andar.
LZA: O que mudou na sua vida depois que começou a andar de skate?
P.I.: Muita coisa mudou nesses sete anos de skate; minha auto estima aumentou bastante, fiz amigos verdadeiros. Este é meu estilo de vida!
LZA: Além do skate você tem outra paixão que é a música. Como foi o começo, o skate influenciou para a música ou a música que influenciou no skate? Conte um pouco de como é a música na sua vida
P.I.: Conheci a música primeiro do que o skate, mas a paixão pelos dois é igual. Antes de começar a andar de skate eu tinha uma banda de rock onde eu tocava guitarra, aí depois de um tempo comecei a gostar de skate e comecei a andar e fui envolvendo e acabei deixando o rock meio de lado, mas hoje ainda sou músico, mas agora sou mais eclético e consigo conciliar muito bem o skate e a música.
LZA: O seu irmão (Mateus "Tripa") também anda de skate. Isso ajudou na sua evolução? De que maneira?
P.I.: Com certeza ajudou bastante. Eu tive acesso ao skate através dele, comecei a andar de skate com as peças dele, e sempre andei com ele.
LZA: Quem foram os seus primeiros parceiros de sessão e quem são os que estão com você na caminhada hoje? Fique a vontade pra mandar um salve.
P.I.: Meus primeiros parceiros foram o Gleisson "Neném", David "Pança", Mateus "Tripa", Pedrinho, Renato, Rafael Lisboa "Wallygator", Marcos "Formiga", Fábio, Fernando, Eduardo, David "Orelha", e os que estão sempre comigo hoje são o Klécyus Eduardo, Rafael Lisboa "Wallygator", Bruno Sagaz, Nilton Diniz "Jamaika", Junior Castro e Marcos "Formiga". Quero agradecer a Deus pela saúde que me faz andar de skate, meus pais que sempre me ajudaram, e mandar um abraço pro meu brother JAPA lá do Piauí e um salve pra toda galera do skateboard.
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