
LZA: Como anda sua fase atual no skate?
J.C.: Minha fase atual no skate é de estar sempre colando nas sessões com os camaradas explorando picos novos e aproveitando os que conhecemos.
LZA: Conte um pouco de sua trajetória no skate ate chegar aqui.
J.C: Como muitos skatistas do Brasil foi uma trajetória de muitas correrias principalmente da parte financeira, falta de dinheiro pra peças, como a maioria dos skatistas brasileiros. Um esforço que vale a pena.
LZA: Luziânia apesar ser uma cidade pequena do interior de Goiás, tem vários picos de rua perfeitos pra andar de skate. Fale um pouco de como é poder usufruir disso sempre?
J.C.: Bom, Luziânia tem vários Picos bons para aqueles que buscam a evolução nas ruas como Gaps, Bordas e Manual, tem uma certa carência de corrimão, mas é sempre bom poder desfrutar de muitos picos e eu acho que a maioria dos skatistas pensam assim
LZA: O que você espera para o seu futuro com o skate?
J.C.: Espero poder continuar evoluindo, não só no skate mais também na vida, poder contar sempre com os camaradas e conhecer novas culturas e novos lugares e espero que o skate continue vivo em Luziânia.
LZA: Quem foram os seus primeiros parceiros de sessão e quem são os que estão com você na caminhada hoje? Fique a vontade pra mandar uma salve
J.C.: O primeiro parceiro de sessão foi o meu irmão Henrique Castro, começamos juntos a correria no skate, mas ele seguiu outro caminho, graças a Deus outro caminho do bem, hoje os meus atuais parceiros são muitos, mas os que estão sempre na pegada são Klecyus Eduardo, Rafael Lisboa, Pedro Ivan e Nilton “Jamaika”. Gostaria de mandar um salve especial pra minha mãe, uma mulher guerreira, e pra minha avó, que se não fossem essas duas mulheres eu não estaria aqui hoje. Um salve também para André William, Rayner “Biscoito”, Tiago “Secura”, Gabriel Zago, Mateus “Tripa”, Mattheus Khimera, Cristina, muito especial, Lais Castro, adoro ela, e a Shenya, minha queridinha.
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